Usucapião de Bens Imóveis

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A usucapião imobiliária é uma espécie de aquisição originaria de propriedade imóvel, em decorrência de uma posse do bem por determinado lapso temporal, que pode variar, em regra, entre 2 e 15 anos. Tal instrumento do direito material tem suas bases no princípio da função social da propriedade, que tem o intuito que o imóvel seja destinado à melhor atender o asseios da sociedade. Todavia, tal demanda se apresenta um tanto quanto complexa, diante dos vários requisitos que se fazem necessários para a sua concretização. Requisitos para a usucapião podem sofrer alterações devido as várias alternativas legais para pleitear tal direito. Sendo essências à todas as modalidades o animus domini ( intenção de ser dono do imóve l ); posse mansa e pacifica ( a posse de todo o período aquisitivo do direito à usucapião não pode sofre qualquer oposição do proprietário do bem à ser usucapido ); Posse continua e duradoura pelo prazo que varia entre 2 e 15 anos ( a posse não poderá sofrer qual...

Bradesco fecha trimestre com lucro de mais de R$ 4 bilhões.

São Paulo - O Bradesco registrou lucro líquido contábil de R$ 4,353 bilhões no quarto trimestre de 2015, com crescimento de 9% sobre o mesmo período de 2014. O lucro ajustado, que exclui eventos não recorrentes, como uma reversão de provisões técnicas, aumentou 10,4% e foi de R$ 4,562 bilhões. Em 2015 como um todo, o lucro ajustado cresceu 16,4%, para R$ 17,873 bilhões.
A carteira de crédito expandida ficou praticamente estável no trimestre e cresceu 4,2% no ano, para R$ 474 bilhões. O resultado ficou abaixo da projeção do próprio banco, que apontava expansão entre 5% e 9% em 2015.  
Foram os empréstimos a grandes empresas que ajudaram no crescimento do portfólio de crédito do Bradesco em 2015 - o crédito ao segmento cresceu 9,5% no período, enquanto para as micro, pequenas e médias teve redução de 5,3%. 
A carteira de pessoas físicas apresentou expansão de 4,5%, concentrada mais uma vez nas modalidades menos arriscadas: financiamento imobiliário e crédito pessoal consignado. No caso das pessoas jurídicas, os destaques no ano foram financiamento à exportação e operações no exterior, sob efeito da alta do dólar em relação ao real. 
A taxa de inadimplência, considerando atrasos superiores a 90 dias, subiu para 4,06%, ante 3,81% no fim do terceiro trimestre de 2015 e 3,5% no quarto trimestre de 2014. Segundo o Bradesco, a piora se deu “em função do menor ritmo de crescimento da carteira de crédito e pelo processo de desaceleração da atividade econômica”. 
Com isso, as despesas com provisões para crédito de liquidação duvidosa (PDD) somaram R$ 4,192 bilhões nos três últimos meses de 2015, com aumento de 8,8% sobre o trimestre anterior. Um ano antes, essas despesas haviam sido de R$ 3,307 bilhões. 
O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (ROE) foi de 20,5%, ante 20,1% no quarto trimestre de 2014. 
Ontem, o Santander Brasil divulgou lucro líquido gerencial de R$ 1,607 bilhão no quarto trimestre, com alta de 5,7% sobre o mesmo período de 2014. O resultado, que exclui despesas de amortização de ágio, entre outros ajustes, cresceu 13,2% em 2015, para R$ 6,624 bilhões. 

Fonte VALOR ECONôMICO

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